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Perfil do Professor

Antes de montar seu time, digo sua carteira de investimentos, você precisa se conhecer profundamente e saber o que está em jogo nessa temporada.

Se você é do tipo retranqueiro e acha que tem uma boa defesa, que garante o resultado nos pontos corridos, você vai precisar de mais jogadores de defesa e meio campo do que jogadores de ataque. Agora se você é do tipo Sampaoli, no qual a melhor a defesa é o ataque e não importa quantos gols você tome desde que você faça mais do que o adversário, aí você precisará de muitos atacantes para aguentar o ritmo intenso de jogo.

Nós montamos uma seleção baseada em três perfis de técnicos (investidores). E aí, vamos aprender com os professores do futebol?

Pai da Retranca (Perfil Conservador) – José Mourinho
(4-2-3-1)

Mourinho é responsável pela popularização das ideias de se defender em linhas bem juntas e posicionadas na entrada da área, conhecida como linha de handball.

Quando conquistou a Liga dos Campeões em 2010, usou um esquema para lá de defensivo com direito a centroavante de origem marcando o lateral adversário. O retranqueiro usaria em sua carteira de investimentos muitos ativos de renda fixa para compor sua zaga e evitar oscilações; ou empata ou não perde.

No seu gol ele teria como opção algumas CDBs de bancos com boa classificação de risco, sempre de olho no limite do FGC para garantir. E para o caso de o VAR não anular o pênalti, sua zaga seria composta por renda fixa de liquidez diária para uma saída de bola mais rápida e também um fundo de crédito privado bem selecionado, garantindo um pouco mais de técnica (retorno) na área.

No meio campo Mourinho usaria dois volantes “carregadores de piano” para segurar o meio adversário e marcar o contra-ataque: um Tesouro IPCA (de vencimento curto ou longo, a depender se o jogo é dentro ou fora de casa) e um fundo de debêntures incentivadas. Seus alas e seu meio ofensivo seriam ativos multimercado sem muita exposição à bolsa. O foco desses meias estaria em marcar, mas sem deixar de sair jogando em um contra-ataque rápido para buscar o resultado.

E por fim, nosso centroavante do pai da retranca seria um outro fundo multimercado com maior exposição à bolsa. O “falso nove”, aquele que está lá para marcar o gol, mas que também ajuda quando está sem a bola e precisa defender.

 

Estilo Adenor (Perfil Moderado) – Tite
(4-1-4-1)

Nosso querido comandante Adenor Leonardo Bacchi é nossa escolha para um jogo equilibrado. Quem de nós, seres dotados de emoções extremas, não se acalma ou enlouquece com tamanha moderação na fala do técnico, tanto na derrota quanto na vitória?

Tite tem um estilo de jogo bem moderado e, como característica marcante, uma compactação da defesa que consiste na capacidade do time de se reagrupar rapidamente, mantendo defesa, meio e ataque próximos, a fim de defender a própria meta.

Outro ponto importante é a transição ofensiva rápida. Uma vez que o time compactado recupera a bola, é importante sair em velocidade para pegar o adversário mal postado. Para isso, utiliza toques verticais, deixando os zagueiros adversários sem cobertura e, portanto, vulneráveis ao “mano a mano” frente a seus atacantes.

Nosso Buda da moderação usaria um sistema defensivo com dois laterais formados por fundos de renda fixa com liquidez diária para dar vazão rápida ao ataque se fosse preciso (Liquides para entrar em ofertas públicas, como IPOs, fundos imobiliários, papeis atrativos estratégicos, etc.).

Na zaga, seria um renda fixa crédito privado bem selecionado com intuito de defender com qualidade e marcar nossos gols de escanteio (apesar de um risco maior que papéis atrelados a títulos do tesouro, a volatilidade é muito próxima uma da outra, porém a rentabilidade é superior) e um fundo de debentures incentivadas para garantir que a bola não será perdida para o imposto de renda.

No gol, assim como Mourinho, um bom CDB com o limite de garantia do FGC, afinal de contas Tite não quer susto debaixo das traves.

Já no meio, teríamos um cão de guarda (o primeiro volante), responsável exclusivamente pela marcação, esse seria um renda fixa atrelada à inflação. Dessa forma, jogaríamos mais próximos a defesa e teríamos qualidade para sair tocando. Os fundos de inflação têm uma volatilidade mais alta que os ativos comuns de renda fixa, mas no geral sua rentabilidade é superior. Mais à frente, ainda no meio campo, usaríamos dois fundos multimercados com baixa exposição à bolsa de valores, para controlar o meio e ter qualidade no toque de bola, um fundo multimercado arrojado com um pouco mais de exposição para armar as jogadas e um fundo de ações bem diversificado para apoiar o atacante e finalizar de longe.

Já o ataque seria um fundo de ações agressivo podendo ter um pouco de alavancagem para marcar o gol do título.

 

Futebol Total (Perfil Arrojado) – Rinus Michels
(4-1-2-3)

Com um futebol inovador e ofensivo, Rinus Michels mudou a história do futebol mundial com o famoso Carrossel Holandês de 1974. Seus jogadores alternavam de posição fazendo com que todos atacassem e todos defendessem, criando assim o conceito de futebol total.

Usava uma linha avançada para fazer pressão no time adversário e forçar o erro para um contra-ataque rápido e preciso. Responsável por frases como “O futebol não é de quem acerta mais, mas de quem erra menos”, “Ganha quem souber explorar melhor as falhas alheias” e “Para mim, o melhor ataque é a defesa”, Rinus provavelmente seria bem versátil em sua carteira de investimentos.

O dono do Carrossel Holandês provavelmente colocaria no seu gol um ativo de renda fixa com liquidez diária para defender e sair jogando com os pés, caso precisasse. A dupla de zaga seria formada por dois ativos de renda fixa crédito privado para dar corpo a defesa. Na lateral direita, ele colocaria um ativo com liquidez, de grande velocidade para aproveitar as oportunidades no ataque e também se concentrar na marcação; do outro lado, estaria um renda fixa atrelada a inflação, preocupado em apoiar os jogadores de ataque e cobrir os jogadores de meio.

Seu meia de contenção seria um fundo multimercado sem muita exposição à bolsa para apoiar o ataque e cobrir as linhas defensivas. Seus dois meias de criação seriam mais fundos multimercados com um pouco mais de exposição e com mais liberdade para atacar.

A formação de ataque de Rinus Michels seria formada por: uma carteira de dividendos, que se movimenta a depender do jogo buscando as melhores oportunidades para marcar; alguns fundos imobiliários, para aproveitar o pagamento de aluguel isento de imposto de renda e ainda ganhar na valorização da cota; e, por fim, um fundo de ações matador para aproveitar a falha da defesa (ou as oscilações de mercado) para marcar belos gols e sair para o abraço.

 

E aí, qual é o seu estilo de jogo?

VOCÊ VAI PRECISAR DE UM ASSESSOR DE INVESTIMENTOS

Não muito tempo atrás era possível obter 10% de rendimento ao ano com uma aplicação extremamente conservadora, como um Fundo DI ou um título do Tesouro. E isso não acontecia à toa: a Taxa Selic estava um pouco acima dos 14% em meados de 2015, e isso significava que bastava um “assessor de investimentos” recomendar a aplicação em títulos do tesouro lastreados na Selic (a antiga LFT) que Voilà: a carteira do cliente feliz e satisfeito rendia pouco mais de 10% ao ano, já retirada a enorme taxa de administração que reinava naquela época, assim como impostos que incidem no resgate.

A palavra assessor no parágrafo acima está com aspas propositalmente, como o leitor deve ter percebido. Notem como era fácil atingir um rendimento de dois dígitos por meio da aplicação em títulos de baixíssimo risco. Sabendo disso, uma parte desses assessores sujaram o nome de seus pares no mercado: começaram a oferecer produtos péssimos para o cliente, mas ótimos para a instituição que trabalhavam. Em época de bonança – entenda-se juro real estratosférico – o cliente dava a sua colher de chá, pois o restante da sua carteira estava rendendo muito bem. Afinal, como diz a clássica frase de Warren Buffet, “você só descobre quem está nadando pelado quando a maré é baixa”: com uma taxa de retorno cada vez menor, tomar a decisão correta torna-se mais e mais importante para o longo prazo.

Na medida que o juro começou a cair, no início do segundo semestre de 2016, certas atitudes desses denominados assessores de investimentos passaram a não ser mais toleráveis, como, por exemplo, empurrar o famigerado e conhecido título de capitalização para o cliente. Você lembra disso? Pouco a pouco, esse papo não colava mais.

O fato é que o cliente médio começou a duvidar desse profissional, embora, vale ressaltar, existam mesmo excelentes assessores no mercado. Mas vale a máxima: para construir uma reputação demora uma vida, mas para destruí-la, basta apenas um deslize.

Agora, em um momento de “vacas magras” no qual os investimentos conservadores estão rendendo 4% ao ano nominalmente e é próxima de zero a taxa real (excluindo a inflação), o investidor médio está mais perdido do que nunca. Afinal, como diversificar a sua carteira de investimentos ajustado ao seu perfil de risco? Como alocar suas reservas obtidas ao longo de tantos anos de forma a não comprometer seu patrimônio financeiro?

Essas são questões facilmente respondidas por um assessor sério, que visa o bem-estar do cliente. Com a maré-baixa dos retornos da renda fixa, ficou bem mais fácil identificar os profissionais que de fato estão trabalhando para o cliente e quais deles ainda permanecem com foco apenas no retorno para a instituição financeira. Felizmente, esses assessores picaretas estão perdendo espaço, graças a uma “seleção natural” do mercado, que já não compactua com esse tipo de comportamento.

Por isso, fazemos um apelo: dê uma segunda chance para o seu assessor de investimentos. O investidor está navegando em águas turbulentas, no qual promessas de rentabilidade irreais aparecem no horizonte e confundem o marinheiro. Com o auxílio do seu assessor, que conhece melhor os movimentos das águas e os riscos para a embarcação, pode te guiar melhor para que você atinja o seu objetivo financeiro.

O QUE ESPERAR DE 2020?

Todos anos, economistas são instados a fazer seus prognósticos para a economia brasileira, e, verdade seja dita, nos últimos 5 anos, as apostas mais otimistas tem se frustrado de forma recorrente. A despeito desse histórico, há razões concretas para uma visão mais positiva para 2020, particularmente quando contrastada à desalentadora performance da economia desde 2014.

No cenário externo, o céu não é necessariamente de brigadeiro, mas também não parece de todo contraproducente. A economia mundial deve expandir aproximadamente 3.4% in 2020, de acordo com o FMI, um pouco acima do estimado para 2019, e ligeiramente abaixo de sua média dos últimos 6 anos. Enquanto isso, ante preocupações desinflacionarias nas economias desenvolvidas, seus respectivos bancos centrais devem manter suas taxas de juros básicas em níveis extremamente baixos.  Portanto, o mix de crescimento mediano e condições financeiras extremamente favoráveis devem prevalecer no ano entrante.

Há, certamente, nuvens no céu na esfera global. Em particular, os EUA e China ainda procuram uma solução de curto-prazo para seu conflito comercial, e, mesmo que prevaleça a visão de que um acordo deve ocorrer no futuro próximo, é um risco a se monitorar. Além disso, a eleição presidencial americana, em um cenário potencialmente polarizado, também merece atenção especial. Por fim, alguns dos nossos vizinhos agora aparecem como fonte relevante de risco e outro pico de incerteza política advinda daí pode contaminar as condições financeiras no Brasil.

A despeito do pano de fundo mundial, o jogo deve ser jogado mesmo é no campo doméstico. Passadas as incertezas relativas à reforma da previdência e prevalecendo as condições financeiras extremamente benignas do mercado local, há espaço para a economia brasileira quebrar um ciclo vicioso de baixo crescimento e de alta incerteza política. Afinal, nada melhor do que um ambiente econômico mais promissor para apaziguar a disputas políticas e detonar um ciclo virtuoso para 2020 e além.

Dito isso, não há de se baixar a guardar, pois cautela não machuca ninguém e protege o bolso. Nessa toada, a dinâmica em Brasília continua a inspirar cuidados, pois o inusitado parlamentarista-presidencialista que o país experimenta é, por definição, uma experiência, e, de fato, baseada mais em atores políticos – com todas suas imperfeições – do que em instituições político-partidárias que garantam a robustez a choques de natureza pessoal.

Em suma, a prevalecer as tendências descritas anteriormente sobre riscos expostos acima, a economia brasileira é capaz de crescer em torno de 2.5% em 2020, e, mais importante, com a perspectiva de apresentar taxas similares mais além do próximo ano. Se confirmado esse prognóstico, o PIB terminará o ano que vêm ainda 2.5% abaixo do seu pico histórico, o que é certamente frustrante para toda uma geração de brasileiros, mas mais promissor para os que olham para futuro.

De fato, como para fins de investimentos vale mais a perspectiva futura do que a fotografia do momento, o caminho que se coloca à economia brasileira tem o potencial de apresentar boas oportunidade àqueles que miram os ativos locais.

5 dicas de livros incríveis para novos investidores

Engana-se quem pensa que fazer investimentos financeiros é assunto somente para grandes especialistas. Pelo contrário, todo mundo pode aplicar seu dinheiro de forma estratégica e em diferentes mercados. No entanto, os iniciantes precisam ter paciência e disciplina. Algumas dicas podem ajudar no início dessa jornada. Para ajudá-los em relação a esse assunto, vamos abordar orientações importantes, que vão desde o planejamento até a escolha de investimentos e a consultoria de especialistas, entre outras questões.   Quer descobrir como investir com eficiência e aumentar seu lucro? Então, vamos lá!  

1. Estudar e consumir conteúdo específico. 

O estudo é uma das melhores formas para entender e se sentir apto a entrar no mercado de investimentos. Os iniciantes no assunto têm muita dificuldade para entender alguns termos e estratégias sobre onde aplicar o próprio dinheiro. Em um primeiro momento, é normal se assustar com a quantidade de informação, afinal são conceitos aos quais a maioria das pessoas não está acostumada a utilizar em sua rotina. A boa notícia é que o conteúdo fica mais fácil de assimilar quando você consome mais conhecimento sobre o assunto. Suas fontes de informações podem ser especialistas, programas de TV, filmes, documentários, sites, blog e livros. Existem muitas opções para atender a diferentes públicos. Dentre algumas obras disponíveis no mercado, indicamos algumas opções:  

  • Os segredos da mente milionária. Autor: T. Harv Eker;
  • Os grandes investidores. Autor: Glen Arnold
  • Investimentos: Como administrar melhor seu dinheiro. Autor: Mauro Halfeld
  • Pai rico, pai pobre. Autores: Robert T. Kyiosaki e Sharon Lechter;
  • O investidor inteligente. Autor: Benjamin Graham.

  Usufrua do conteúdo que você tem mais acesso e mais facilidade para absorver as informações. Dessa forma, será menos complicado seguir com os próximos passos.  

2. Faça um bom planejamento financeiro.

Agora que você já possui informações básicas sobre mercado e investimentos, que tal começar a colocar a mão na massa? Para isso, aposte no bom e velho planejamento financeiro. Nesse momento, você precisa organizar e conhecer suas finanças. Registre todas as informações em um papel (ou algum meio eletrônico. A inovação e tecnologia podem ajudar). Lembre-se de incluir não só as dívidas “fixas”, mas também os gastos com lazer e outros itens que normalmente passam despercebidos em seu orçamento. Trabalhe com o valor da sua renda mensal e quanto pretende investir a cada mês ou período. Após esse procedimento, você pode planejar um depósito automático destinado aos seus investimentos, por exemplo. Assim você conseguirá manter uma regularidade de poupança, o que é muito importante.  

3. Onde e como aplicar seus investimentos?

O planejamento está concluído? Então, comece a pensar e pesquisar onde e como aplicará seu dinheiro. Essa é uma das etapas mais importantes para qualquer investidor. O mais indicado é diversificar os seus investimentos, pois isso reduz riscos e controla a volatilidade da sua carteira. Na prática, a diversificação funciona assim: imagine que você fez uma aplicação em um determinado investimento que é impactado diretamente pela oscilação da nossa bolsa de valores – um fundo de ações, por exemplo. Mas, no seu portfólio, você tem outros ativos que operam em outro mercado – ativos descorrelacionados. Assim, se a bolsa está em queda, você pode ter momentos de alta em outra estratégia. Ocorre uma compensação. Além de uma boa estratégia e diversificação, lembre-se que é muito importante que você identifique seu perfil de investidor antes de aplicar seu dinheiro. Essa informação é essencial para a definição da sua carteira de investimentos.  

4. Controle a ansiedade. Defina seu horizonte de investimentos.  

Um investidor precisa ter em mente que a sua estratégia não trará retorno da noite para o dia. É essencial ter paciência e disciplina para conquistar suas metas, especialmente quando o mercado sofrer oscilações.   Diante dos seus objetivos pessoais e financeiros, defina o prazo de investimento e previsão de resgate(s). O tempo interfere na escolha dos seus investimentos. Quanto maior o prazo de investimentos, mais diversificada e estratégica pode ser sua carteira. Por exemplo, se o investidor pretende fazer um curso daqui a um ano, ele não pode aplicar o próprio dinheiro em um título que terá duração maior que o prazo estabelecido pelo objetivo dele. Se o objetivo for a sua aposentadoria, pode-se aplicar em ativos com resultados positivos a longo prazo.  

5. Busque ajuda com profissionais especializados.

Ainda não está seguro em relação aos seus investimentos e sobre como começar? Então, conte com a ajuda de bons profissionais possam te auxiliar a tomar a melhor decisão. O mercado de assessoria de investimentos vem crescendo consideravelmente nos últimos anos, e por isso existem muitos profissionais que se qualificaram para te ajudar sobre aplicar seu dinheiro. A Matrice é uma das referências no mercado. Os especialistas da empresa ajudam a transformar os ativos financeiros em ótimas fontes, não só de prosperidades, mas também de qualidade de vida. O mais interessante é que os assessores da Matrice oferecem um atendimento personalizado e exclusivo, oferecendo proximidade e acesso a informações exclusivas do mercado financeiro.   O investimento não é mais um hobby de boa parte da população. Agora, é quase uma obrigação, não só para aumentar a sua renda e realizar sonhos, mas também para cuidar da sua aposentadoria. No início, o processo pode ser complicado, mas com uma boa dose de informações e assessoria qualificada, é possível ter ótimos resultados. E você, gostou das dicas de investimentos para novos investidores? Então, aproveite a oportunidade e siga as nossas redes sociais para saber mais detalhes sobre esses e outros assuntos para render o seu dinheiro.  

5 Regras Para o Sucesso em Operações na Bolsa

A cada minuto, existem inúmeras possibilidades de negócios que podem ser feitos no mercado financeiro. Somente em operações na bolsa de valores, são milhares. No entanto, nem todas são lucrativas, ou o risco que proporcionam não compensa o lucro que podem gerar. Por conta disso, é importante que você tenha algumas informações que podem ajudá-lo a entender um pouco dessas operações. Isso vale para qualquer investidor, seja você um day trader, um investidor de longo prazo, ou alguém que automatiza suas operações usando robôs. Então, start! Confira essas 5 dicas que podem servir de ponto de partida para que você descubra como operar na bolsa:

1. Qual é o motivo para entrar?

Entenda qual é o motivo para que você realize aquela operação. Por exemplo, se você é um investidor que utiliza análise técnica e segue as tendências em gráficos, por exemplo, veja se realmente existe uma tendência e qual o sentido dela. Se não há tendência, ou ela é oposta à direção que você está operando, repense e avalie o risco. Se você utiliza fundamentos qualitativos para investir, veja se a empresa está realmente barata, ou se existe algum fator que você ainda não entendeu e que está desvalorizando o preço das ações daquela empresa. Esta regra evita que você tente fazer operações simplesmente buscando “aproveitar oportunidades”, quando na verdade não tem o conhecimento necessário para entender os movimentos do preço. Se não há um motivo presente para fazer a operação, não faça. Caso você opte pela compra, vá para a próxima regra:

2. Quando é o momento de entrar?

Agora que você decidiu que a operação faz sentido, precisa definir o momento certo de executar a operação. Para isso você precisa de um gatilho, ou seja, um evento que aconteça, marcando que aquele é o momento certo para entrar. Pode ser no presente ou no futuro. Na análise técnica, é muito comum que os gatilhos sejam o cruzamento das linhas de médias móveis, com diferentes períodos e a linha do preço. Assim o investidor sabe exatamente o que esperar para realmente entrar na operação. No caso de investidores que utilizam análise fundamentalista, um gatilho pode ser um determinado crescimento % no faturamento anunciado pela empresa, ou um indicador fundamentalista ficar abaixo ou acima de determinados níveis. O gatilho, assim como o motivo, vai depender muito da estratégia de investimento que você utiliza, mas, independente da estratégia, tanto o motivo quanto o gatilho são fundamentais.  

3. Quanto está disposto a perder?

Claro que ninguém faz uma operação na bolsa de valores pensando em perder dinheiro. No entanto, isso acontece com muito mais frequência do que muitos investidores gostariam de admitir.       As perdas fazem parte do dia a dia de qualquer investidor e, por conta disso, é fundamental que você esteja preparado para elas tanto quanto está para os ganhos.    A ferramenta mais importante para qualquer investidor nesse momento é a ordem de stop loss, que encerra a operação quando a perda atingir um valor máximo pré-definido. A diferença entre o preço de entrada e o valor do stop loss vai determinar o tamanho de sua perda e, consequentemente, o risco máximo da operação. Antes de realizar qualquer operação, você já precisa saber exatamente qual será o stop loss ou se ele existirá, e para isso existem diversas ferramentas, como o indicador de análise técnica ATR, ou indicadores fundamentalistas que utilizam o preço em seu cálculo, como o Preço/Lucro.  

4. Quanto está buscando ganhar?

A grande maioria dos investidores em bolsa sabe que o preço de um ativo não vai subir infinitamente. E o mais importante, no caso de um pico de alta, haverá um momento posterior em que o preço cairá – que nós chamamos de correção. É neste ponto em que você precisa pensar sobre qual valor o preço deve atingir para que a operação seja encerrada e seu lucro realizado. É importante ter consciência de que este não é um valor arbitrário, não vale “chutar”. Este valor deve ser baseado em algum fator de mercado, seja um pico anterior na análise técnica, ou um indicador fundamentalista acima de determinado nível, por exemplo. Se, na regra anterior, o valor do stop loss determinou seu risco, neste passo você está determinando seu potencial ganho.  

5. Seu Risco X Retorno

E finalmente chegamos ao ponto de determinar se uma operação vale ser realizada ou não. Comparando sua potencial perda com seu potencial ganho, você consegue ter uma boa noção de quanto a operação é interessante ou não. Uma regra comum é somente realizar operações cujo retorno seja pelo menos 50% maior do que a perda potencial. Lembrando que é importante que o investidor se mantenha atento a decisões de mercado, que nem sempre são óbvias, como as decisões políticas. Uma boa análise quantitativa e qualitativa pode trazer mais segurança para operações de bolsa.   Conseguimos sanar suas dúvidas com este artigo? Em caso negativo, deixe seu comentário abaixo para podermos ajudá-lo! 

Entenda a importância da diversificação dos seus investimentos

   A diversificação de investimentos é muito importante para a construção sustentável do seu patrimônio. Isso porque ela ajuda a proteger seus investimentos e mantém certa previsibilidade na rentabilidade. Nesse sentido, é fundamental estudar as características de cada ativo, entender como o mercado financeiro funciona e qual é a liquidez de cada alternativa para, então, fazer a sua escolha. Nesse momento, é possível variar entre os investimentos mais conservadores e os mais arriscados, mas sempre com estratégia e um bom planejamento, para não ter surpresas desagradáveis que podem tirar o seu sono. Quer saber como fazer de uma maneira segura? Então, continue a leitura deste artigo até o final que explicaremos quais ações precisam ser tomadas nesse momento. Acompanhe! Por que é preciso fazer a diversificação de investimentos? Em suma, a diversificação de investimentos vai ajudá-lo a ter equilíbrio entre seus ganhos e perdas. Mas, além disso, também existem dois fatores que precisam ser considerados. Veja quais são eles:    

Redução de riscos

A maior preocupação dos investidores é em relação aos riscos de “perder” seu dinheiro ou comprometer parte dele. Nesse sentido, a diversificação de investimentos apresenta a solução para essa questão: a redução de riscos. Isso só é possível porque, por meio dela, pode-se investir seu dinheiro em diferentes classes de ativos, gestoras e estratégias, tendo assim melhor controle de exposições a questões de mercado. O objetivo é que, quando acontecer algum tipo de queda em um ativo da sua carteira, existam outros ativos que tenham alta ou mantenham o retorno e possam suprir essa perda, fazendo com que os seus rendimentos não sejam prejudicados.    

Potencialização de ganhos

Todo e qualquer investimento tem um risco — por menor que seja, ele ainda existe. Dessa forma, é válido ressaltar que, mesmo que você aplique o seu dinheiro em um investimento de menor risco, ainda assim, há a possibilidade de oscilações. Mas quando você diversifica a sua carteira, além de diminuir as chances de perdas, também consegue potencializar seus ganhos. Isso acontece porque é possível ter mais opções de rentabilidade. Por exemplo: se você investe em algum CDB, é provável que o retorno seja linear e atrelado ao CDI – taxa que é o benchmark para os ativos de renda fixa. Se você compra uma ação na bolsa de valores, seu retorno deverá ser mensurado em um período pré-determinado através de estratégia e análise, além de sofrer com alterações diárias de preço. Maior risco, pela possibilidade de maior ganho.     Depois de conhecer a importância da diversificação de investimentos, é hora de saber como fazer isso da maneira correta, sem comprometer a sua rentabilidade. Confira! Conheça seu perfil de investidor No geral, existem três tipos de investidores: os conservadores, os moderados e os agressivos. Conheça cada um deles.    

Conservadores

Os conservadores são aqueles que têm maior aversão ao risco e buscam preservar o patrimônio acima de tudo. Para eles, manter o dinheiro em segurança é mais importante do que aumentar os ganhos. Essa categoria abrange também os iniciantes e aqueles que desejam criar reservas de emergência e, por isso, procuram por alternativas de alta liquidez, isto é, que tenham agilidade para resgate. O investidor que possui um curto prazo para investir também está nessa classe.    

Moderados

Os moderados estão no caminho entre os conservadores e os agressivos. Assim como os primeiros, têm o objetivo de preservar o patrimônio. No entanto, para potencializar os ganhos, estão dispostos a correr alguns riscos. Por esse motivo, usam parte do dinheiro para comprar ativos com menor liquidez e investem uma parcela do que têm em multimercados e ações. Os prejuízos, porém, são calculados. Logo, eles costumam ter mais recursos para diversificar os investimentos e trabalham com horizontes de médio a longo prazo.    

Arrojados

Com um perfil mais agressivo, os arrojados são aqueles que estão atrás de lucros maiores. Para isso, assumem o risco de perder parte do dinheiro em algum momento. Em geral, têm um amplo conhecimento do mercado financeiro nacional e internacional e contam com um patrimônio elevado, ao ponto de os valores investidos não serem necessários para alcance de objetivos no curto e no médio prazo. Com uma perspectiva de longo alcance, acreditam que eventuais perdas no presente serão compensadas com ganhos consideráveis num futuro próximo.    

Defina a classe de ativos

Depois de definir qual é o seu perfil de investidor, ou seja, quais riscos você está disposto a correr, é hora de selecionar a sua classe de ativos. Entre eles, você pode optar por investimentos de renda fixa que, apesar de oferecerem uma menor rentabilidade, costumam ser mais seguros e, também, aplicações em renda variável, como fundos de ações, fundos imobiliários, ações, opções e derivativos.    

Acompanhe os resultados da sua carteira

Depois de montar a sua carteira de investimentos, é preciso acompanhar o mercado, a fim de verificar se as aplicações realizadas estão alinhadas com o cenário econômico atual. Caso ache necessário, você pode fazer alterações estratégicas para que o seu dinheiro acompanhe tendências. Por exemplo, se observou que os investimentos de alto risco podem oferecer melhores retornos, você pode fazer algumas modificações e aumentar sua exposição a essa classe de ativos, desde que respeitado seu perfil de investidor.    

Procure ajuda especializada

O mercado financeiro é muito complexo. Por esse motivo, é importante você saber que existem profissionais especializados na área que têm a expertise necessária para te auxiliar a investir melhor. Sendo assim, procure um profissional da sua confiança para ajudá-lo e assim ter bons resultados. A diversificação de investimentos é fundamental para tornar a sua rentabilidade mais segura. Se você está procurando por boas aplicações, significa que está em busca de uma vida financeira melhor, certo? Sendo assim, busque informações e uma orientação profissional que te proporcione tranquilidade para gerir suas finanças. Conseguimos sanar suas dúvidas com este artigo? Em caso negativo, deixe seu comentário abaixo para podermos ajudá-lo!    FacebookTwitter

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